Tiróide: a “glândula da vida”

Tiróide: a “glândula da vida”

A tiróide é uma das principais glândulas endócrinas é a há quem lhe chame

“a glândula da vida” por ser essencial à saúde e bem-estar.

É responsável pela produção de três importantes hormonas:

a triiodotironina (T3), a tetraiodotironina ou tiroxina (T4) e a calcitonina.

 

Hipotiroidismo e Hipertiroidismo

As principais hormonas produzidas pela tiróide (T3 e T4) são estimuladoras

metabólicas e, quando ocorre uma anomalia na sua secreção, criam-se desequilíbrios

hormonais que a podem tornar hiperativa ou hipoativa.

Uma tiróide hiperativa (hipertiroidismo) ocorre se a tiróide libertar muitas hormonas T4 e T3,

fazendo com que o metabolismo acelere demasiado.

Os principais sintomas são: pulso rápido; tremor das mãos; sudorese e sensibilidade ao calor;

perda de peso; nervosismo e fadiga.

Uma tiróide hipoativa (hipotiroidismo) ocorre quando a tiróide não produz hormonas T3 e T4 suficientes,

o que faz com que o metabolismo abrande em demasia.

Os principiais sintomas são: letargia e fadiga;

sensação de frio; ganho de peso; depressão; pele seca e bócio.

 

O papel da calcitonina

Esta hormona assume elevada importância na regulação das concentrações

séricas do cálcio e é responsável pela diminuição da reabsorção do osso,

prevenindo a osteoporose.

 

O diagnóstico de patologias da tiróide

Muitas vezes silenciosas, e com sintomas pouco específicos,

as doenças da tiróide podem levar algum tempo a ser diagnosticadas, atrasando o iniciar do tratamento.

É de extrema importância que haja uma correta avaliação clínica,

seleção de exames complementares de diagnóstico, onde se incluem as análises laboratoriais,

e a interpretação correta dos resultados.

Os ensaios laboratoriais mais requisitados são os doseamentos de TSH e das frações livres e totais das T3 e T4,

muitas vezes acrescidos do doseamento dos anticorpos antitiroideus.

 

É de extrema relevância esclarecer a população acerca das doenças da tiroide para, desta forma,

combater o seu “subdiagnóstico” ou diagnóstico tardio. Um dos objetivos diários dos nossos laboratórios e profissionais é contribuir para isso mesmo:

contribuir para o bem-estar do utente, dando “mais vida” aos seus anos de vida, e não apenas “dar anos” à sua vida.

 

Escrito por Dr. Michael Santos – Técnico Superior de Laboratório na Beatriz Godinho Saúde | Análises Clínicas.

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